Um serviço à conferência de Copenhaga

Ao divulgar um documento de trabalho, elaborado não se sabe por quem, o Guardian procurou um furo jornalístico, que lhe proporcionou uma aumento nas vendas. O texto em causa, apresentado como um rascunho do acordo final, da responsabilidade do país organizador, estabelece menos obrigações para os países ricos do que para os países em vias de desenvolvimento.

Paradoxalmente julgo que o Guardian poderá ter prestado um serviço à conferência, porque o documento é de autor apócrifo e as reacções de repúdio mostram bem o que o acordo final não poderá ser. Para já continuo com alguma esperança.

Editado: ver também no Público.

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1 Comentário

Filed under sociedade

One response to “Um serviço à conferência de Copenhaga

  1. Hugo Ferreira

    ..concordo…vai acabar por «condicionar» o texto final…porque não tem lógica nenhuma que sejam os Países menos desenvolvidos…a ter agora que suportar os encargos do excesso de poluição que os Países desenvolvidos provocaram…durante todos estes anos…precisamente por serem «os mais desenvolvidos». O esforço terá que ser de quem mais polui hoje…e dos que mais poluíram ‘ontem’.

    H.F.

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