Somos nós que pomos os filhos neste mundo, que os criamos, que os educamos e que nos orgulhamos quando os seus feitos e sucessos ultrapassam os nossos próprios. Os netos já não são obra nossa, indirectamente são-no claro, e, talvez por aquela razão, o seu nascimento traz uma sensação de que há uma parte da nossa missão que fica encerrada. Cá estamos, para outras coisas, com o mesmo entusiasmo ou mais ainda, mas uma parte do que andamos cá a fazer está cumprida.
Esta é uma homenagem ao meu primeiro neto, Ricardo, a quem desejo felicidades e sucessos que ultrapassem os dos seus pais.
