Desde há décadas que nos habituámos ao contínuo avanço da esperança média de vida à nascença, que hoje se situa, em Portugal, nos 78 a 80 anos. Este aumento da esperança de vida é visto como uma consequência natural de um melhor nível de vida, melhores cuidados de saúde e melhor alimentação, mas as coisas podem estar a mudar.
O Prof. Manuel Coelho da Silva, da Universidade de Coimbra, afirma que a obesidade e sedentaridade dos jovens de hoje vai fazer descer a esperança de vida da próxima geração. Ironicamente, isto é também consequência de um nível de vida ou melhor, de rendimentos, mais elevado, agora conjugado com uma educação para a saúde deficiente.
