As barreiras basculantes de acesso aos parques de estacionamento da Universidade do Minho, em Gualtar, têm vindo a provocar estragos em numerosas viaturas, sem que os serviços da Universidade assumam qualquer responsabilidade, acusando mesmo os condutores das viaturas danificadas de procedimento negligente. A mim também já me aconteceu mas os danos no carro foram mínimos, porque a barreira bateu numa zona particularmente resistente e estava protegida com borracha, o que nem sempre acontece.
É difícil perceber como é que a conduta negligente do condutor pode fazer a barreira descer sobre o seu carro; trata-se obviamente de um funcionamento deficiente do equipamento, ainda que esporádico. A Universidade tem estrita obrigação de indemnizar os condutores pelos estragos causados pelo mau funcionamento do equipamento, tanto mais que cobra o acesso aos parques de estacionamento.
O assunto veio à baila recentemente, porque houve alguém que resolveu protestar publicamente na rede interna e logo surgiram inúmeras pessoas a dizer que tinham sido vítimas de situações idênticas tendo, invariavelmente, os serviços afirmado que os equipamentos estavam a funcionar correctamente, pelo que teria havido conduta negligente.
