Oh… já acabou! O livro é pequeno, tem letra grande e é um “passa páginas”, por isso o leitor chega ao fim num instante. Francesc Miralles não é um autor consagrado, muito menos de novelas de suspense e talvez isso justifique alguma sensação de que podia ter explorado melhor as situações, mesmo assim não há dúvidas de que a narrativa prende.
Um jornalista de pouco sucesso acaba, sem perceber porquê, por ser a peça central na busca de uma pasta com documentos escondida por Himler em 1940, a qual é desesperadamente procurada por diversos grupos. Para preservar o interesse e a emoção de quem vai ler o livro, não revelo mais sobre a trama que se tece.
