Estamos Pobres

Estamos pobresComecemos pelo que achei bom: a história do Banco do Minho e a caracterização da sociedade bracarense na transição do século XIX para o século XX. Eu acho que nunca tinha ouvido falar do Banco do Minho, até que assiti a uma apresentação feita pelo autor, Francisco Vieira da Silva. O entusiasmo com que falou, o paralelo com casos recentes e o facto de ter o livro ali mesmo levaram-me a comprá-lo e lê-lo assim que pude.

Onde o autor falha, na minha opinião, é sobretudo na tentativa de criar um romance para enquadrar a história que auer contar; para isso inventa uma família demasiado perfeita, faz dos seus membros pessoas relevantes na sociedade, sócios do Banco com posições significativas, mas a bem da verdade histórica não pode fazê-las tomar parte nas decisões nem membros de quaisquer órgaõs, seja do banco seja de outras instituições da cidade. Também não gostei do estilo, demasiado floreado e datado, que, para mim, torna a leitura menos agradável.

O livro tem muitos detalhes técnicos e contabilísticos, que não consigo apreciar mas acredito que sejam relevantes para uma boa compreensão da forma como tudo se passou.

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