
Philippa Gregory apresenta-nos uma rainha Catarina, personagem de romance, como uma mulher persistente e determinada mas o romance afasta-se significativamente da realidade histórica em vários aspectos, demasiado importantes para que a obra possa ser classificada como romance histórico. É uma narrativa empolgante, situada na época e locais correctos, mas não é, certamente, um retrato da pessoa que foi Catarina de Aragão.
