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Praia em Mangualde

Já este ano vai haver praia em Mangualde mas não se trata de uma praia qualquer, como a que fazem em Paris, nas margens do Sena, que desanima só de olhar para lá. Não senhor; esta vai ser uma praia com areia do mar, água salgada e até um horizonte artificial a simular o oceano! Ler no Público.

E não é só; também vai ter um senhor a vender bolas de Berlim! E concertos! Depois da Cidade do Gelo em Viseu a praia em Mangualde!

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53% de energia de fontes renováveis

Já é sabido que mais de metade da energia consumida em Portugal no ano passado foi produzida a partir de fontes renováveis; segundo a notícia do Público foram 53,2%, que se comparam com 36,5% em 2009 e 27,8% em 2008. Para mim isto é uma notícia excelente, mesmo considerando a sobrecarga nos preços que os consumidores têm que suportar. Tanto no aspecto de preservação do ambiente como no da independência face a fornecedores estrangeiros, a produção de energia a partir de fontes renováveis é altamente desejável e constitui uma segurança para a incerteza de tempos futuros.

Olhando para uma publicação recente da European Wind Energy Association fico com a impressão de que Portugal tem um compromisso para 2020 de 31% de energia de fontes renováveis, valor que se encontra largamente ultrapassado. Aparentemente o compromisso global dos países europeus é apenas de 20% de energia proveniente de fontes renováveis, o que parece ser um objectivo bastante modesto.

Editado: Já depois de ter publicado este apontamento foi-me feita a observação de que os 53,2% de energias renováveis no ano passado se referem apenas ao consumo de electricidade, enquanto o compromisso de 31% para 2020 diz respeito a todo o consumo energético, sendo os dois valores compatíveis.

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Portugal à frente em automóveis eléctricos

Parece que Portugal se adiantou ao Reino Unido no estabelecimento de uma rede nacional de pontos de abastecimento para automóveis eléctricos, o que está a deixar nervosas algumas pessoas naquele país. O alerta foi lançado por Ivan Hodac, secretary general da European Automobile Manufacturers’ Association, que afirmou que o Reino Unido está em risco de ser preterido em favor de Portugal para produção do veículo Leaf da Nissan, porque não está a investir suficientemente na infra-estrutura de apoio àqueles veículos. Alguns ministros do Governo Britânico ficaram bastante aborrecidos com estas afirmações. Ler também no Jornal de Negócios.

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Os melhores destinos turísticos

A revista National Geographic Traveler publica uma lista de 133 destinos turísticos populares, ordenados pela sua qualidade e sustentabilidade, segundo a opinião de especialistas e não segundo a sua popularidade. O primeiro destino da lista, com 85 pontos, é a região dos fiordes da Noruega; seguem-se Kootenay/Yoho National Parks, British Columbia e Gaspé Peninsula, Quebec. O primeiro destino português aparece em 16º lugar e é o vale do Douro, com 76 pontos; sobre este diz-se: “This wine region in northern Portugal charms some with its “historic and natural attractions” and disappoints others with its “suburbanization.” Most agree about the region’s intact cultural authenticity.”

O Algarve, com 43 pontos, aparece já na zona dos destinos com problemas e sobre ele diz-se “Indiscriminate bland development is ruining the coast,” which often feels more British than Portuguese. Not as bad yet as Spain’s Costa del Sol, and there’s still an opportunity to save the “unspoiled” town of Tavira.” O último destino da lista é a Costa do Sol espanhola.

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Lisboa é um dos melhores destinos turísticos da Europa

Nós, portugueses, desvalorizamos com frequência aquilo que temos e que outros, vindos do estrangeiro, valorizam. Portugal e Lisboa em particular, receberam várias distinções como melhor destino turístico europeu, em diversas categorias. Ler mais no Público.

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Em que ficamos?

Segundo vários institutos alemães a economia portuguesa vai ter uma contracção de 3,2% este ano e vai registar uma expansão de 0,8% em 2010, o que a coloca a meio da tabela entre os países da Zona Euro com maior crescimento. Já segundo as agências de rating, americanas, Portugal deverá ser das últimas economias na zona euro a crescer; para a Standard & Poors haverá uma contracção de quatro por cento do Produto este ano e de 1,2 por cento em 2010. Nos tempos recentes aprendemos que as previsões dos analistas não valem o papel em que são escritas.

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Eleitores fantasma – 2

Há algum tempo escrevi aqui sobre a existência de eleitores fantasma nos cadernos eleitorais. A questão continuou a moer-me o juízo e levou-me a procurar um método para expurgar os resultados daqueles erros, simulando uma nova constituição da Assembleia da República; o estudo completo pode ser consultado aqui: eleicoes_2009 Eleitores fantasma.

Para quem não estiver disposto a ler o documento, onde se apresentam todas as justificações para os cálculos feitos, deixo aqui as conclusões:

“A comparação do número de eleitores inscritos nos cadernos eleitorais com os dados do Instituto Nacional de Estatística, referentes à população nacional, revela que existem erros significativos nos primeiros, permitindo concluir que a taxa de participação real, nas eleições de Setembro de 2009, é superior à divulgada e deverá situar-se em redor dos 65,6%. Para tentar perceber até que ponto os erros dos cadernos eleitorais poderão ter influenciado a constituição final da Assembleia da República, fez-se um cálculo da distribuição de mandatos com base nos números de votos recolhidos nas urnas, do qual resultou uma transferência de 5 mandatos entre círculos. No cômputo final verificou-se que as transferências não iriam alterar significativamente o equilíbrio entre partidos, resumindo-se à perda de um lugar pelo Partido Socialista, o qual passaria a pertencer ao Bloco de Esquerda. Fez-se uma curta discussão dos resultados dos círculos da emigração, para justificar que estes devem ter um tratamento diverso dos restantes. “

A comparação do número de eleitores inscritos nos cadernos eleitorais
com os dados do Instituto Nacional de Estatística, referentes à
população nacional, revela que existem erros significativos nos
primeiros, permitindo concluir que a taxa de participação real, nas
eleições de Setembro de 2009, é superior à divulgada e deverá
situar-se em redor dos 65,6\%. Para tentar perceber até que ponto os
erros dos cadernos eleitorais poderão ter influenciado a constituição
final da Assembleia da República, fez-se um cálculo da distribuição de
mandatos com base nos números de votos recolhidos nas urnas, do qual
resultou uma transferência de 5 mandatos entre círculos. No cômputo
final verificou-se que as transferências não iriam alterar
significativamente o equilíbrio entre partidos, resumindo-se à perda
de um lugar pelo Partido Socialista, o qual passaria a pertencer ao
Bloco de Esquerda. Fez-se uma curta discussão dos resultados dos
círculos da emigração, para justificar que estes devem ter um tratamento diverso dos restantes.

 

 

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