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Regresso à Pequena Ilha

Regresso a pequena ilhaEm Regresso à Pequena Ilha, Bill Bryson viaja pela Grã-Bretanha em 2015 e conta aquilo que observa no seu estilo humorístico. Pesem embora as críticas que faz aqui e ali, nota-se que o autor tem um grande amor por esta ilha, onde conheceu a sua mulher e onde vive, e que é bastante menos cáustico do que quamndo escreve sobre outras regiões do mundo.

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Bill Bryson em casa

Acabei de ler o livro de Bill Bryson “Em Casa – Breve História da Vida Privada”, onde o autor usa a sua casa como mote para falar sobre a vida privada e social na Grã-Bretanha e América do Norte ao longo dos tempos. A casa é um priorado rural, construído em 1851, e Bill Bryson vai passando de uma divisão para outra, aproveitando para discorrer sobre os mais variados aspectos da vida.

A narrativa é bastante menos humorística do que em “Down Under“, talvez porque é mais simples ser mordaz quando se escreve a respeito de culturas que não são a nossa, mas é, ainda assim, um livro agradável e informativo. A sociedade e cultura britânicas são bastante diferentes da nossa e há, por isso, muitas situações e características que não se nos aplicam, tendo a evolução sido diferente por cá; ainda assim, este olhar para o passado ajuda a compreender aquilo que somos. Apesar da lista exaustiva de fontes que se encontra no fim do livro, há um caso ou outro em que os relatos do autor não concordam com o que eu julgava que sabia; não fui verificar quem tem razão mas ficou-me uma pequena sensação de falta de rigor.

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Down Under

Down UnderHei-de continuar a escrever sobre os locais que visitei na Austrália mas antes disso quero referir o livro de Bill Bryson, Down Under, que li já depois do regresso. Bill Bryson tem uma forma humorística de descrever as peripécias das suas viagens e dos encontros com pessoas locais e este livro traz várias vezes um sorriso à boca, senão mesmo uma gargalhada.

Trata-se da descrição de várias semanas passadas na Austrália, sozinho ou na companhia de amigos, mas nunca em pacotes turísticos. Este tipo de experiência é bem diferente da de um turista que se meta em excursões organizadas mas é muito pouco eficiente para quem tenha pouco tempo; e a Austrália tem tanto para ver e conhecer que a assistência de guias turísticos é bem vinda.

O autor dedica muito espaço aos perigos da Austrália, sobretudo no que respeita a animais que matam; são muitos e os relatos de ocorrências também são muitos, mas não parece que ele tenha estado alguma vez em situação de perigo. Por não ter tido guias turísticos o autor não viu, por exemplo, crocodilos e parece ter observado menos animais selvagens do que eu tive oportunidade de ver em duas semanas.

Bill Bryson documenta-se bem, lendo livros e jornais, pelo que o livro nos ensina muito sobre a sociedade, história e vidas animal e vegetal da Austrália, o que é muitíssimo bem vindo. Dedica algum espaço aos aborígenes, um povo com sessenta mil anos, que os ocidentais têm enorme dificuldade em compreender e não sabem como fazer participar dos benefícios do desenvolvimento. A alternativa para os aborígenes é serem felizes nas suas reservas, seguindo os seus costumes, ou tornarem-se párias se resolvem viver nas cidades.

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